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Visual novel sobre o “amor pelas batatas fritas”, Takorita Meets Fries ganhará versão para o Switch em outubro • Switch …

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As companhias ROSEVERTE e Pleasant Rain irão lançar uma versão para o Nintendo Switch da visual novel Takorita Meets Fries via Nintendo eShop em 01 de outubro, de acordo com listagem recente feita pela loja. O jogo contará com suporte ao Japonês. Inglês, Espanhol e Alemão como opções de idioma.

Takorita Meets Fries foi lançado originalmente para Android, iOS, MacOS, Linux e Windows (Steam) em setembro de 2020.

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Você confere uma visão geral do jogo a seguir, via Steam:

Sobre o Jogo

INTRODUÇÃO

Takorita Meets Fries” é uma visual novel que fala sobre o amor pelas batatas fritas.
O jogo é curto e “basicamente” sem dublagem, mas repleto de personagens animados divertidos.
Especialmente o tritão “Mer”, já que ele não pode falar enquanto está em terra, a maior parte de sua reação seria uma linguagem corporal animada.
Não é um jogo otome, mas há cenas com um pouco “BL-ish”, “Yuri-ish” ou romances.

O jogo é feito usando recursos da Unity3D e Utage VN.
Você pode alterar o idioma no menu Opções.

HISTÓRIA

No Reino Tako, nas profundezas do mar, a sopa é uma refeição comum do dia a dia.
A princesa Takorita está profundamente insatisfeita com esta cultura alimentar e exige um novo prato que possa apimentar sua vida.
Ela decide subir para a terra junto com o tritão “Mer” como seu guarda.

Na terra, a Princesa Takorita conhece os humanos Dino e Ina.
As diferenças culturais surpreendem muito a princesa.

Então, finalmente, ela tem seu encontro predestinado com as “batatas fritas” .🍟🍟🍟

…Isso é tudo?
Não, isso não é tudo! Batatas fritas podem parecer simples, mas há mais do que isso.

A Princesa Takorita continua sua aventura para deixar as batatas fritas cada vez mais saborosas!

Sua jornada está longe de terminar.
Até mesmo encontrar seu avô há muito perdido é apenas uma pequena parte de sua aventura.

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Homem não foi a 1ª vítima de jacaré que detesta visitas ao Lago do Amor

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Teve criança que viu brinquedo sumir na boca dele e reza a lenda que até cachorro já virou comida

“Não existe amor no Lago do Amor”. A frase repercutiu nas redes sociais neste fim de semana, depois que um homem foi atacado dentro do lago por um jacaré. É claro que a situação é previsível, uma vez que muita gente sabe que no lago há jacarés, no entanto, ontem, outro vídeo passou a circular e tornou o jacaré apelidado de “Croco” ainda mais famoso.

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Em dezembro do ano passado, o animal também destruiu o barquinho de uma menina de nove anos. O pai resolveu testar o brinquedo que deu para a filha e, após alguns minutos, o jacaré atacou o barco e acabou com a brincadeira.

Quem conta essa história é o pai Raick Andrade, de 35 anos. “Dei o barco para minha filha de presente de Natal e fomos ao lago testar”.

O barco estava no centro do lago, quando o jacaré começou a segui-lo e depois sumiu. Raick diz que não imaginava que o ataque aconteceria, quando de repente, a filha assistiu seu barco sendo destruído.

“Quando estava ali na beira, ele deu aquele bote certeiro que destruiu o barquinho”, conta o pai. Apesar da cena triste, a menininha ainda só conseguiu dizer “parabéns, pai”.

Em seguida, Raick busca o que restou do barco com um galho, mas o equipamento não funcionou mais. O jeito foi presentear a filha com outro modelo.

“Ele não é nada amigável mesmo, quer o lago só pra ele”, brinca o pai, que é compositor e hoje trabalha com uma transportadora.

Já nos corredores da UFMS, reza a lenda que anos atrás, o jacaré também comeu um cachorrinho que pertencia a um dos professores da Famez (Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia), enquanto ele caminhava na beira do lago.

Publicado no Passeando em Campo Grande Oficial, o público e o próprio Raick fizeram questão de tirar sarro. “O jacaré do desamor estava lá para mostrar quem manda na bagaça”. Outro seguidor brincou que o animal é o “típico campo-grandense”, já que a cidade tem fama de antissocial.

Confira a galeria de imagens:

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Outubro Rosa: ônibus levam amor e esperança às mulheres em tratamento contra o câncer

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BUSLOG auxilia entidade na arrecadação e entrega de kits de beleza

BUSLOG auxilia entidade na arrecadação e entrega de kits de beleza – (Foto: Divulgação)

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O câncer de mama segue sendo o mais diagnosticado entre as mulheres brasileiras. Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apontam que, só em 2020, mais de 66 mil novos casos foram detectados. Isso representa um universo de 29,7%, por isso a importância da campanha ‘Outubro Rosa’, que anualmente alerta a sociedade sobre a prevenção e diagnóstico precoce desse tipo de câncer.

Em uma parceria inédita com o ‘Instituto Amor em Mechas’ e em alusão ao ‘Outubro Rosa’, o programa JCA Solidário, do Grupo JCA, passa a contribuir com a logística de entregas da entidade, por meio da BUSLOG – empresa especialista no transporte de encomendas e cargas fracionadas através da utilização dos bagageiros dos veículos. Ônibus das Viações 1001, Cometa, Catarinense, Expresso do Sul e Rápido Ribeirão, também irão levar amor e esperança até mulheres que estão em tratamento contra o câncer. A BUSLOG fará tanto a entrega dos ‘Kits do Amor’ quanto o recebimento de doações de mechas cabelo para a confecção de perucas. Só nesse mês, 20 mulheres já receberam os kits por meio da parceria.

“É uma honra para nós sermos responsáveis por transportar esperança e apoiar tantas mulheres a escrever uma nova história. Essa parceria reflete tudo aquilo que, em conjunto com a Governança do Grupo JCA, idealizamos na criação do JCA Solidário: o compromisso de contribuir com a sociedade e conectar pessoas por meio de nossas soluções de mobilidade”, declara Maysa Gil, coordenadora do Instituto JCA.

Instituto Amor e Mechas

O Instituto Amor em Mechas nasceu em 2017 com a proposta de resgatar a autoestima de mulheres e crianças que estão em tratamento contra o câncer ou que convivem com a alopecia. Sua fundadora, Débora Pieretti, lutou e venceu um câncer de mama, e por isso decidiu ir além para ajudar outras mulheres que passaram ou estão passando por esse momento difícil.

Instituto Amor em Mechas (Foto: Divulgação)

A partir de uma peruca recebida durante o seu tratamento, em 2015, a fundadora teve um insight. “Eu fiquei carequinha durante o período, mas depois que recebi uma como presente minha autoestima voltou. O que impactou positivamente o meu tratamento”, relembra.

“Já entregamos mais de 2.800 perucas, que tenho certeza de que transmitiram amor, esperança e arrancaram sorrisos. As perucas entregues fazem parte do ‘Kit do Amor’, composto por um colar de pérolas, brincos, maquiagem, lenço, álcool em gel, um livro de autoajuda, tudo dentro de uma sacola personalizada. E agora, com a ajuda da BUSLOG, sem dúvidas o número de mulheres contempladas vai aumentar ainda mais. Estou muito feliz com a parceria”, finaliza.

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Existe idade certa para se ter sucesso na carreira e no amor?

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Doree Shafrir

Crédito, Joanna DeGeneres

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Doree Shafrir considera que o seu sucesso chegou tarde. Ela se casou com 38 anos e teve seu primeiro filho aos 41

Cada vez mais pessoas estão tendo sucesso em idades diferentes. Por que continuamos a dizer que existem pessoas “atrasadas”?

Doree Shafrir considera que o seu sucesso chegou tarde. Ela se casou com 38 anos, teve seu primeiro filho aos 41 e acha que se atrasou de forma geral, “para namorar, ter sexo, casar, ter filhos, encontrar o tipo de trabalho de que realmente gosto e ficar confortável comigo mesma”.

Embora o caminho nem sempre tenha sido tranquilo, essa escritora de Los Angeles, nos Estados Unidos, agora com 44 anos de idade, é agradecida pela sua jornada e tem uma nova perspectiva pelas conquistas que, um dia, ela sentiu que estavam faltando.

“Esses objetivos são um tanto arbitrários e determinados culturalmente”, afirma ela. “Agora vejo que aquilo que eu achava que eram ‘erros’ são apenas outra parte da minha história.”

Shafrir considera que suas memórias — Obrigada pela espera: a beleza (e a esquisitice) de chegar tarde ao sucesso, em tradução livre do inglês — são uma “suave correção da ideia de que precisamos fazer tudo dentro de uma programação”. Mas esta é uma ideia profundamente arraigada.

Muitos de nós achamos — conscientemente ou não — que nossos caminhos devem seguir um cronograma rígido de conquistas pessoais e profissionais. Podemos nos considerar fracassados se alguma dessas conquistas “atrasar”, em parte devido à tendência social de reconhecimento do sucesso na juventude.

Mas muitas pessoas atingem o auge da carreira, a prosperidade financeira ou o sucesso nos relacionamentos no seu próprio tempo. Na verdade, pesquisas indicam que é cada vez mais comum atingir os principais eventos da vida mais tarde que as gerações anteriores.

Como estamos vivendo por mais tempo, trocando de carreiras com mais frequência e buscando mais significado para o nosso trabalho, faz sentido que mais pessoas “se atrasem” na vida. E, com isso, estigmatizar o sucesso atingido com mais idade – incluindo a ideia de que isso é menos significativo e mais surpreendente que ter sucesso quando jovem – torna-se uma ideia cada vez mais limitada e desatualizada da relação entre a idade e o sucesso.

O cronograma do sucesso

O próprio fato de rotularmos alguém como “atrasado” tem origem, em parte, na nossa expectativa que as pessoas atinjam certos objetivos na vida em idades específicas, muitas vezes quando jovens — e os que ultrapassam esses prazos teriam “ficado para trás”.

Culturalmente, temos a tendência e normalizar cronogramas específicos — e muitas vezes consideramos aqueles que seguem esses cronogramas como mais bem-sucedidos — devido à obsessão generalizada pelo sucesso quando jovem.

Os ideais modernos de sucesso são frequentemente acompanhados pela pressão da realização com a menor idade possível. O resultado é que podemos considerar as realizações com pouca idade como a norma geral ou, em casos excepcionais, inspiradoras, enquanto os sucessos obtidos com mais idade simplesmente atendem às expectativas mínimas — ou em visões mais extremas, são até vistos como “tardios”.

Mas, mesmo com essa narrativa internalizada do “quanto mais cedo, melhor”, na verdade, não estamos atingindo os objetivos culturalmente definidos para nós.

Em 2017, um estudo da Universidade Stanford, nos Estados Unidos, demonstrou que, ao longo das gerações, o tempo ideal das pessoas para atingir conquistas na vida, em média, permaneceu constante: entrar em um emprego em tempo integral com 22 anos, começar a economizar para a aposentadoria com 25, casar-se com 27, comprar uma casa com 28 e ter filhos com 29 anos de idade.

Mas cada grupo etário sofreu uma queda sucessiva do percentual real de pessoas que cumprem essas marcas em comparação com a geração anterior. As pessoas com 25 a 34 anos de idade exibem a maior diferença entre o tempo ideal e o real. Os pesquisadores concluíram que buscar esses objetivos antiquados é “levar as gerações mais jovens ao fracasso”.

Embora cada vez mais pessoas atinjam o sucesso com mais idade, as discussões sobre aqueles que “chegam tarde” continua. Ainda nos surpreendemos com histórias de sucesso de pessoas com mais idade e as enquadramos como fora do normal, apesar de elas existirem, tanto agora quanto em toda a história moderna.

“No sistema atual, se você não for identificado como uma pessoa que atingiu alguma coisa com pouca idade, você é considerado incapaz”, explica Todd Rose, autor de O azarão: como atingir o sucesso pela busca da realização (em tradução livre do inglês), que estuda o comportamento cultural frente ao sucesso e à individualidade.

“Ficamos surpresos quando alguém que não é jovem presta uma contribuição importante — nós não sabemos como compreender isso e consideramos uma curiosidade e não uma tendência oculta”, afirma Rose.

Crédito, Getty Images

Legenda da foto,

Cada vez mais pessoas estão encontrando o sucesso com mais idade – por que insistir em dizer que elas ‘chegaram tarde’

O que os “atrasados” têm a ganhar?

A ideia de “atrasado” não está apenas desatualizada. Ela pode também ser prejudicial para quem atinge o sucesso com mais idade do que o “esperado” para as conquistas pessoais. Essas pessoas podem enfrentar sentimentos de fracasso, comparação negativa de si mesmas com os demais e até a sensação de que foram esquecidas ou deixadas para trás.

“Todos nós internalizamos o mito do sucesso quando jovem a tal ponto que muitas pessoas com mais idade também o internalizaram, o que é deprimente”, afirma Rose. “Precisamos deixar para trás a ideia de que o rápido é inteligente, em oposição ao lento, e a noção de que ‘se sou mais velho, é tarde demais para mim’. Não podemos continuar permitindo que os ‘atrasados’ passem dificuldades, esperando que não sejam arruinados pelo sistema.”

Em última análise, a retirada da pressão pelo sucesso em um dado prazo é favorável não apenas para a saúde mental, mas pode também permitir que as pessoas que atualmente rotulamos como “atrasadas” apreciem o sucesso característico de quem atingiu a realização mais tarde.

Muitas dessas qualidades e habilidades são o resultado direto de passar mais tempo se autodescobrindo, aprendendo e mesmo fracassando.

“Os ‘atrasados’ podem enfrentar mais desafios no seu caminho para o sucesso, que os levam a desenvolver mais resiliência”, afirma Chia-Jung Tsay, professora do University College de Londres, no Reino Unido, que estuda a psicologia e a percepção de avanço e desempenho. “Essas pessoas podem estar mais preparadas para adaptar-se a circunstâncias difíceis, incertezas e mudanças”, segundo ela.

Além da maior flexibilidade, um caminho mais demorado para o sucesso também traz oportunidades para descobrir e cultivar valores significativos e paixões que sejam pessoalmente representativas, e não impostas pela sociedade.

“O que permite o sucesso dos ‘atrasados’ é a sua experiência acumulada, que permite compreender que seguir a opinião de outra pessoa sobre uma vida bem sucedida nunca irá levá-los aonde eles desejam”, afirma Rose. “Minha pesquisa demonstra que pessoas com 40, 50 e 60 anos de idade que não são realizadas e conseguem uma virada na vida ou na carreira muitas vezes acabam proporcionando contribuições incríveis.”

Doree Shafrir passou por uma dessas mudanças quando se demitiu do trabalho dos seus sonhos no jornalismo tradicional para lançar um podcast com pouco mais de 40 anos de idade. Apesar de se sentir fracassada em alguns momentos — como quando ela saiu de um curso de PhD, mudou-se de Nova York e passou por tratamentos de fertilidade —, olhando em retrospectiva, ela viu a importância da sua mudança de caminho.

Apesar dos medos e dúvidas, ela compreendeu que havia “encontrado algo melhor — algo que eu tinha certeza que causava muito impacto na vida de outras pessoas e na minha própria”, segundo ela.

Como mudar a narrativa

Claramente, precisamos remodelar a forma como analisamos o sucesso com relação à idade — simplesmente não podemos manter uma orientação que leve a menosprezar o potencial inexplorado de toda uma faixa da população.

“Como sociedade, precisamos mudar nossa mentalidade que considera os ‘atrasados’ uma anomalia”, afirma Rose. “Não existe absolutamente nenhuma relação entre a idade ou a velocidade em que você atinge um objetivo e a contribuição final que você pode prestar.”

Embora Shafrir tenha aprendido essa lição no seu próprio tempo, ela espera que as gerações futuras não passem pelas pressões para o sucesso com relação à idade que ela enfrentou – especialmente por ser mulher. “Precisamos permanecer vigilantes e continuar a desafiar o status quo que, no final das contas, não atende a muitos de nós”, acrescenta.

A pandemia pode oferecer essa abertura para iniciar a correção de curso. Para Rose, “a ruptura cria uma oportunidade para alterar intencionalmente o zeitgeist [o espírito da época] e considerar os ‘atrasados’ de uma nova forma.”

“O conceito de pessoa que ‘chegou tarde’ é uma reminiscência de uma época em que considerávamos que rapidez significava capacidade. Agora, estamos mudando e o trabalho passa a ser uma fonte de realização, e não só de renda. Quando as pessoas perceberem que a realização produz excelência e não o contrário, poderemos ajudar as pessoas a prestar suas melhores contribuições, sem importar quando elas ocorram.”

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