Home America Separatistas mostram suas “armas” para a polícia em Barcelona

Separatistas mostram suas “armas” para a polícia em Barcelona

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Novos confrontos entre a polícia e manifestantes separatistas foram registrados na quarta-feira (16) em Barcelona, no terceiro dia de protesto contra as penas de prisão contra nove líderes independentistas catalães por sua participação na fracassada secessão de 2017. O premiê espanhol, Pedro Sánchez, ordenou ao governador catalão, o separatista Quim Torra, e aos membros de seu governo, que condenem as manifestações violentas na Catalunha.

Sánchez rejeitou a aplicação do Artigo 155 da Constituição – que faria a Catalunha perder a autonomia – ou da Lei de Segurança Nacional, aprovada em 2015, que oferece ao governo “autoridade funcional” para dirigir as ações “em matéria de segurança e ordem pública” diante de uma situação de interesse para a nação. Com relação a Torra, o premiê espanhol afirmou que ele tem o dever “moral e político” de impedir os distúrbios separatistas na Catalunha.

As principais ruas da cidade foram bloqueadas e os serviços de trens urbanos e do metrô foram interrompidos. A polícia reprimiu com violência as manifestações Mais de 100 voos foram cancelados, ao menos 70 pessoas ficaram feridas nestes últimos três dias. Em barricadas, manifestantes usam fogo e até abaixam as calças para os policiais.

O caos começou assim que o Tribunal Supremo da Espanha condenou nove líderes separatistas a penas de prisão que variam de 9 a 13 anos por sedição em razão do referendo de outubro de 2017, realizado apesar de uma proibição do governo em Madri. Outros três réus foram considerados culpados de desobediência e não receberam penas de prisão.

As sentenças foram consideradas pesadas. O ex-vice-governador catalão Oriol Junqueras recebeu pena de 13 anos de cadeia, a maior entre os separatistas. Ele afirmou que o movimento voltará mais forte. “Voltaremos e voltaremos mais fortes. Não tenham nenhuma dúvida, voltaremos e venceremos”, afirmou Junqueras, em carta escrita na prisão e publicada pelo partido Esquerda Republicana da Catalunha (ERC).

Fonte: OP9

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