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Moradora de Curitiba leva prêmio de R$ 1 milhão do Nota Paraná; ganhadora concorreu com quatro bilhetes

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Moradora de Curitiba leva prêmio de R$ 1 milhão do Nota Paraná — Foto: Giuliano Gomes/PRPress

Uma moradora de Curitiba levou o prêmio de R$ 1 milhão do programa Nota Paraná. O sorteio foi realizado nesta quinta-feira (7), e a ganhadora concorreu com apenas quatro bilhetes.

Outro sortudo que foi premiado neste sorteio é morador da área rural de Boa Ventura de São Roque, na região central do Paraná. Ele concorreu com 14 bilhetes e levou o prêmio de R$ 200 mil.

Segundo a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa), ainda essa semana os vencedores serão notificados pela coordenação do Nota Paraná e terão os valores depositados nas contas correntes cadastradas no programa.

Entidades sem fins lucrativos que atuam nas áreas de assistência social, educação, saúde e geração de emprego, também foram contempladas neste sorteio com prêmios de R$ 100 e R$ 20 mil. Confira a lista mais abaixo.

Como participar do programa

Para participar, o consumir precisa se cadastrar no site e aderir ao regulamento. Ao solicitar seu CPF na nota, o contribuinte ganhará um bilhete eletrônico pela primeira compra do mês.

Depois, cada R$ 200 em notas fiscais dá o direito a um bilhete para o sorteio de seu respectivo período de adesão. Os prêmios do sorteio poderão ser utilizados para abater o IPVA ou creditados na conta bancária do premiado.

Para participar do Programa Paraná Pay é preciso acessar o cadastro no Nota Paraná e fazer o aceite. Mensalmente são distribuídos créditos para utilização em estabelecimentos turísticos do estado, com sorteios de 8 mil prêmios de R$ 100.

Entidades sorteadas com R$ 20 mil

  • 1º prêmio: Associação Maringaense de Apoio e Reintegração de Adolescentes – Amaras/Recanto Mundo – Maringá
  • 2º prêmio: Associação Amigos dos Animais de Mariópolis – Mariópolis
  • 3º prêmio: Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – Flor da Serra do Sul
  • 4º prêmio: Fundação Educacional Pe. Luis Luise – Cafelândia
  • 5º prêmio: Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – Roncador
  • 6º prêmio: Associação Defensora dos Animais de Londrina – Londrina
  • 7º prêmio: Associação SOS Bichos de Rua – Ponta Grossa
  • 8º prêmio: Associação Criarum – Curitiba
  • 9º prêmio: Instituto Pegai Leitura Grátis – Ponta Grossa
  • 10º prêmio: Associação Cultural e Beneficente Nossa Senhora de Sião – Maringá.

Nota Paraná — Foto: Jonathan Campos/AEN

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Muralha Digital avança com câmeras no Cemitério Água Verde

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Depois do São Francisco de Paula, o Cemitério Municipal Água Verde é o segundo a receber um novo sistema de videomonitoramento. As câmeras fazem parte do avanço do projeto da Muralha Digital, que consiste na instalação de câmeras em pontos estratégicos da cidade e contribui para a repressão de crimes diversos.

“Nos cemitérios, as câmeras contribuem para inibir e reprimir, principalmente, casos de furto, vandalismo e depredação”, salienta o secretário municipal de Defesa Social e Trânsito, Péricles de Matos.

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Além do videomonitoramento, a Guarda Municipal mantém efetivo 24 horas por dia em patrulhamento pelo Cemitério Água Verde, junto com rondas periódicas desenvolvidas com viaturas no entorno.

As secretarias de Defesa Social e Trânsito e de Administração, Gestão de Pessoal e Tecnologia da Informação (Smap) fazem, de forma compartilhada, a gestão da Muralha Digital, projeto que contribui para que Curitiba se consolide como cidade inteligente na área de videomonitoramento e segurança.

Projeto em expansão

Nas Ruas da Cidadania, no Setor Histórico, em praças, nas escolas, na Rodoviária e nas principais ruas da cidade elas estão lá. São os olhos virtuais voltados à segurança, melhoria no trânsito e acompanhamento em tempo real de situações emergenciais, aliados ao trabalho apurado e incansável dos profissionais que trabalham 24 horas por dia, em todos os dias da semana.

Ao longo de 2021, o projeto da Muralha Digital ganhou forma. Com foco na repressão de situações de vandalismo, depredações, furtos, roubos e outros crimes, o sistema de videomonitoramento da administração municipal está sob os olhos atentos de guardas municipais responsáveis pelo monitoramento no Centro de Operações da corporação, de onde são despachadas viaturas e equipes para averiguações e abordagens.

“O videomonitoramento possibilita a geração de informações estratégicas síncronas para um processo de tomada de decisão mais ágil”, afirma o secretário da Defesa Social.

Desta forma, o trabalho da Guarda Municipal é otimizado, ganha eficiência e agilidade, com acionamento das equipes em patrulhamento nas ruas pelo Centro de Operações da GM, que é o coração da Muralha Digital e atende aos pedidos de emergência da população pelo telefone 153.

Integração com radares e botões do pânico

Já são cerca de 460 câmeras instaladas, com funcionalidades diversas – parte delas são panorâmicas e térmicas. Há, também, integração com equipamentos de fiscalização eletrônica de trânsito e câmeras com reconhecimento de placas de veículos (OCR). Os botões do pânico disponibilizados a mulheres com medida protetiva concedida pelo Poder Judiciário também estão interligados à Muralha Digital. 

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Por que as ruas têm velocidades diferentes?

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O crescimento urbano, a existência de comércios, de hospitais e de estabelecimentos de ensino, a convivência de veículos com pedestres e ciclistas, a tipologia e a geometria da via integram uma vasta gama de características e fatores levados em consideração para definir a regulamentação do limite de velocidade.

Cada rua, avenida, travessa ou alameda tem a velocidade máxima determinada a partir de critérios técnicos embasados em legislação federal. E mesmo em uma determinada via, a velocidade pode mudar conforme o trecho percorrido. Por que isso acontece? Confira abaixo perguntas e respostas da Superintendência de Trânsito (Setran) sobre o assunto. 

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Por que Curitiba não adota um limite único de velocidade?

Os diferentes tipos de velocidade não são especialidade de Curitiba – são replicados nas mais diversas cidades. Mesmo nas estradas há trechos em que a velocidade é reduzida. Isso porque todas as vias precisam se basear nas definições do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para definir seus respectivos planos de crescimento, planos diretores e de mobilidade.

Mesmo com a velocidade máxima definida para uma via, trechos com unidades de ensino e grandes polos geradores de tráfego (como igrejas, hospitais ou comércios) terão velocidade reduzida. Isso porque o trânsito é feito por diferentes atores, como pedestres que precisam fazer a travessia (incluindo idosos e cadeirantes) e ciclistas – não só por veículos. 

Como se define a velocidade máxima?

Essa análise é de responsabilidade de um grupo de servidores altamente capacitados, com formação e especialização na área de mobilidade urbana. Eles se orientam especificamente pelos artigos 60 e 61 do CTB, que tratam dos diferentes tipos de vias existentes. A prioridade é na segurança viária, de forma a proporcionar mais tranquilidade para todos que compartilham o trânsito.

O CTB divide as vias conforme a área, urbana ou rural. Conheça os tipos de via no ambiente urbano e as velocidades recomendadas:

Via de trânsito rápido
Caracterizada por acessos especiais com trânsito livre, sem interseções em nível, sem acessibilidade direta aos lotes lindeiros e sem travessia de pedestres em nível. Recebe trânsito mais intenso e podem ter características rodoviárias. É um tipo de via que não existe em Curitiba. As conhecidas como “vias rápidas” têm a denominação formal de vias arteriais.

Via arterial (de 50 a 70 km/h)
Caracterizada por interseções em nível, geralmente controlada por semáforo, com acessibilidade aos lotes lindeiros e às vias secundárias e locais, possibilitando o trânsito entre as regiões da cidade. Além daquelas que são conhecidas como vias rápidas (Centro-Santa Cândida, Centro-Portão e outras), é o caso de ruas como a Mateus Leme, a Nilo Peçanha e a Anita Garibaldi, além das avenidas Marechal Mascarenhas de Moraes e Comendador Franco e da Linha Verde.

Via coletora (40 km/h)
Destinada a coletar e distribuir o trânsito que tenha necessidade de entrar ou sair das vias de trânsito rápido ou arteriais, possibilitando o trânsito dentro das regiões da cidade. São exemplos na cidade as vias Curupaitis, Alagoas, da Trindade e Treze de Maio.

Via local (30 km/h)
Caracterizada por interseções em nível não semaforizadas, destinada apenas ao acesso local ou a áreas restritas, como a Travessa João Prosdócimo e as ruas Ivo Leão, Padre Camargo e Floriano Essenfelder. Atende principalmente as regiões residenciais.

Como saber a que velocidade trafegar?

O condutor deve prestar atenção na sinalização de trânsito, com as placas de regulamentação de velocidade. Em Curitiba, esse trabalho recebe revitalização periódica, inclusive com reforço na sinalização horizontal, que é a pintura no pavimento. 

E atenção: de acordo com o CTB, é responsabilidade do condutor manter velocidade compatível com a via, mesmo que não haja placas. Ele deve entender às características baseadas no critério da fluidez e da sua segurança, buscando uma velocidade moderada para garantir a segurança viária para todos que compartilham a via pública. 

É responsabilidade do motorista dirigir com prudência durante todo o seu trajeto – e não somente onde há fiscalização eletrônica.

Para que reduzir o limite de velocidade nas principais vias da cidade, de 60 km/h para 50 km/h?

O projeto, que iniciou em 2020, está sendo ampliado para algumas das vias mais conhecidas e utilizadas pelos curitibanos. A mudança possui embasamentos técnicos de engenharia da via, como geometria, demanda de tráfego e análise da acidentalidade. Estudos diversos do setor comprovam que a velocidade média e a fluidez no trânsito melhoram com vias urbanas em velocidades regulamentadas em 40 km/h e em 50 km/h.

Ações reconhecidas mundialmente e aderidas por Curitiba, como o Programa Vida no Trânsito (PVT), chancelado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e o Visão Zero recomendam a adoção da redução de velocidade nas vias urbanas, de forma a eliminar ou reduzir as consequências de um acidente.

Curitiba participa do PVT desde 2011 e com intervenções de engenharia, educação e fiscalização de trânsito conseguiu reduzir em 41,62% as mortes no trânsito.

Iniciado na Suécia e incorporado por diversas cidades ao redor do mundo, o Visão Zero no Trânsito propõe intensificar intervenções na infraestrutura viária, ações de educação e de fiscalização de trânsito, de forma a minimizar consequências do erro humano.

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Boqueirão distribui mudas e coleta lixo eletroeletrônico na quinta

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Além de buscar mudas de árvores nativas pelo Desafio 100 Mil Árvores para Curitiba, quem for à Rua da Cidadania da Regional Boqueirão, no terminal do Carmo, também vai poder descartar resíduos eletroeletrônicos, na quinta-feira (27/1), já no período da manhã. 

A Regional Boqueirão vem fazendo o recolhimento desse tipo de material desde o final do ano passado, colaborando com a destinação correta dos itens que têm componentes que podem contaminar o meio ambiente. 

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Podem ser levados equipamentos como ar-condicionado, micro-ondas, TVs, torradeiras, batedeiras, aspiradores, ventiladores, mixers, secadores, calculadoras, câmeras digitais, rádios, computadores, tablets, notebooks, celulares, impressoras, monitores, carregadores de celular e afins.

O material coletado é enviado às associações do Ecocidadão e, posteriormente, à Central de Logística Reversa de Eletroeletrônicos, na Rua João Bettega, implantada após a assinatura de um termo de cooperação do município com a Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (ABREE).

Outros locais

Equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos fora de uso podem ser entregues, ainda, à coleta seletiva ou levados a um dos ecopontos que a cidade oferece em diferentes bairros. Os mutirões mensais de recolhimento nos parques, que recomeçariam em fevereiro, estão temporariamente suspensos em função do agravamento da pandemia da covid-19.

 

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