(foto: Minervino Júnior/CB/D.A Press)
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Com 7.204 novas mortes por covid-19 contabilizadas, o Brasil encerrou a semana epidemiológica com mais fatalidades pela doença desde o início da pandemia, há quatro meses. Estatisticamente, o aumento foi pequeno, com diferença de nove óbitos, já que na semana anterior, o recorde tinha sido de 7.195 registros. Ao traduzir os números para sentimentos, são nove famílias a mais que choram a dor de perder entes queridos pelo novo coronavírus, que já matou 71.469 brasileiros. 

Em relação à quantidade de infectados semanais, também é possível observar uma tendência de estabilização dos números, ainda que em um alto patamar. Neste sábado (11/7), foram registrados mais 39.023 resultados positivos para o vírus, chegando a 1.839.850 confirmações. Ao fazer o recorte semanal, esta 28ª semana acumulou 262.846 casos, 491 a menos do que na 27ª, quando foram contabilizadas 263.337 infecções. 
O observado platô nacional não significa que a doença esteja se desenvolvendo da mesma forma pelo país. Pelo contrário. Em nove unidades federativas, a média de mortes por covid-19 está crescendo: Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Piauí e Rio Grande do Norte. No DF, por exemplo, 67.912 pessoas estão com o novo coronavírus, enquanto a taxa de ocupação dos leitos para a doença é de 74,32% na rede pública de saúde, e 91,32%, na rede privada, segundo a Secretaria de Saúde local.
Em 11 estados, a pandemia parece já ter passado pelo momento mais drástico. O número de óbitos apresenta estabilização em São Paulo, Amazônia, Roraima, Tocantins, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco e Sergipe. E em outros cinco estados, a quantidade de vítimas da covid-19 apresenta queda. Etapa em que se encontra Espírito Santo, Rio de Janeiro, Acre, Amapá e Pará. 
Com o avanço da interiorização da covid-19, atualmente 15 das 27 unidades federativas já registram mais de mil óbitos cada. Neste sábado, entraram para o rol Mato Grosso e Paraná, com 1.029 e 1.016 óbitos, respectivamente. São Paulo lidera esse ranking, com 17.702 mortes e quase 367 mil infecções. Estão nesse grupo, também, Rio de Janeiro (11.406), Ceará (6.853), Pernambuco (5.556), Pará (5.274), Amazonas (3.023), Maranhão (2.426), Bahia (2.436), Espírito Santo (1.984), Minas Gerais (1.550), Rio Grande do Norte (1.380), Alagoas (1.264) e Paraíba (1.250).

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