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Música

Rolling Stones deixam ‘Brown Sugar’ de fora de turnê nos EUA, após serem acusados de racismo e sexismo

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Charlie Watts, Ron Wood, Mick Jagger e Keith Richards, do Rolling Stones, posam ao chegar para a coletiva do Super Bowl em 2006 — Foto: AP Photo/Michael Conroy, File

Os Rolling Stones retiraram do repertório que estão apresentando em sua turnê pelos Estados Unidos a popular música “Brown Sugar”, após críticas à letra, que fala da escravidão.

“Você notou, né?”, disse Keith Richards ao “Los Angeles Times” em uma entrevista recente, ao ser questionado sobre a ausência da canção nos shows da banda britânica.

“Tento entender por que as mulheres têm problemas com isso. Será que não perceberam que essa música tem a ver com os horrores da escravidão? Mas estão tentando encobrir isso. E por enquanto não quero ter problemas”, afirmou o guitarrista.

“Espero que possamos ressuscitar o bebê em toda sua glória em algum momento”, comentou Richards, de 77 anos.

A música, lançada em 1971, fala de escravos espancados e relações sexuais com jovens escravas.

Nos últimos anos, foi apontada como “racista” pela crítica e a indústria. Recentemente, um artigo da “New York Magazine” disse que a canção é “grosseira, sexista e chocantemente ofensiva para as mulheres negras”.

“Tocamos ‘Brown Sugar’ todas as noites desde 1970, mas às vezes você pensa, bem, vou tirá-la por enquanto e ver no que dá”, explicou o vocalista Mick Jagger à revista. “Talvez voltemos a tocá-la.”

Em 1995, Jagger disse à revista Rolling Stone que “agora nunca escreveria essa música”.

“Eu provavelmente me autocensuraria. Pensaria, ‘oh Deus, não posso, tenho que parar’. Deus sabe o que eu queria dizer nesta música. É tanta confusão! Todo tipo de coisa de uma vez”.

Os Stones retomaram sua turnê “No Filter” em setembro, após um longo hiato devido à pandemia do coronavírus.

Em novembro de 2021, farão uma série de shows, em lugares como Los Angeles, Las Vegas e Detroit.

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Música

IZA se une a novos talentos da música em série inédita no Globoplay

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A cantora IZA cocria uma canção inédita junto a nove músicos regionais, com a participação produtores e artistas renomados, para a marca de cerveja Devassa na nova série Criatividade Tropical: Abre as Portas para o Gueto, um seriado estruturado em quatro episódios estreia nesta terça-feira (26), gratuito para não-assinantes do Globoplay.




Foto: Felipe Feijão / The Music Journal

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No primeiro episódio, IZA reflete sobre as barreiras que os músicos da periferia têm para alcançar notoriedade, embora a música desenvolvida por eles esteja em evidência. Os talentos do projeto falam sobre suas origens (conheça-os abaixo). O segundo episódio captura masterclass do Carlinhos Brown com os talentos sobre a história da música.

O multiartista baiano comenta sobre as origens do gênero pop no Candomblé e a cobrança pela estrutura linguística na música periférica.

Os talentos estruturam rimas, poesia, refrão, estrofes e melodia no terceiro episódio, com a colaboração criativa da cantora e compositora baiana Larissa Luz e da IZA. No episódio final, os talentos gravam voz e instrumentos individualmente em uma sessão única no estúdio Toca do Bandido, localizado no Rio de Janeiro, com produção musical de Sérgio Santos e Pablo Bispo.

A faixa, que transita pelo pagode baiano, o afrobeat e o funk carioca, deverá ser lançada por Devassa nas plataformas de streaming junto com videoclipe.

O seriado é idealizado pela agência HNK Lab e conta com produção da Trace Brasil, ecossistema pioneiro na criação audiovisual afrourbana no país, com produção executiva e criativa de Alberto Pereira Jr, Head de Produção e Conteúdo da Trace.

A plataforma selecionou um time de mulheres negras para o comando da série, com direção da Aisha Mbikila, pós-produção e finalização de Mia Lab, além de assistentes de direção e roteirista pretas.

A obra tem curadoria de talentos da Digital Favela e estratégia de mídia digital da iProspect (Red Star).

Confira o trailer:

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Música

Recordando Searas apresenta grandes nomes da música regional em evento híbrido no dia 06 de novembro

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No dia 6 de novembro, sábado, Carazinho recebe um evento muito especial: Recordando Searas. O evento é uma mostra das canções que se destacaram no Festival Seara da Canção de Carazinho, que ao longo de suas 20 edições revelaram grandes composições que hoje fazem parte do cancioneiro popular do estado, assim como revelou e projetou músicos e interpretes para a música nativista e regional.

O evento terá uma superestrutura de drive-in montada no estacionamento da Ulbra em Carazinho. Os artistas participantes apresentarão releituras das músicas ao vivo no palco a partir das 19h, enquanto o público assistirá aos shows de dentro de seus carros, mantendo o distanciamento social.

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Na manhã desta segunda-feira (25), a dupla Cézar e Zéu participou da programação da Rádio Diário AM 780 para falar da apresentação que será de gravação de mais um CD e DVD dos irmãos. A entrada é gratuita, mediante reserva antecipada de ingressos na plataforma digital Sympla, até o limite de 300 carros. Será válido uma reserva por CPF.

O projeto também estará arrecadando doações de alimentos não perecíveis na entrada, que serão depois encaminhados para o Instituto Yacamim de Carazinho com apoio da Secretaria de Assistência Social do município. A apresentação que marca a gravação do material será transmitida no dia 06 em live pelo Facebook e canal do YouTube da dupla que nas edições 12 e 13, juntamente com o outro irmão Gabriel Ferretti – foram campeões como “Irmãos Ferretti”.

Além do acompanhamento da banda base foram convidados para as interpretações das musicas o Grupo Chimarrão, Rubilar Ferreira, Gabriel Ferretti, Paulo Rocha, Marcelo Everson Lima, Daniel Torres, Fátima Gimenez, Elton Saldanha e Neto Fagundes. A tendência é de que o CD e DVD do festival seja lançado no inicio de 2022.

O projeto Recordando Searas conta com patrocínio de TW Transportes, Eletrocar, Friolack e Telha Certa, através do financiamento do  Pró-Cultura RS – Governo do Estado do Rio Grande do Sul.

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Música

Instituto Anelo organiza 2ª edição do festival de música Transforma

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O Instituto Anelo realiza, entre os dias 29 e 31 de outubro, a segunda edição do festival de música Transforma. Criado em 2020, com o objetivo de oferecer a alunos e à comunidade em geral o contato com artistas, músicos e profissionais reconhecidos tanto no Brasil quanto no Exterior, o evento, assim como ocorreu no ano passado, será on-line, no canal do Instituto Anelo no YouTube.

A programação da segunda edição do Transforma terá shows de Sérgio Britto, dos Titãs; de Hilda Maria, cantora santista radicada em São Paulo que vem se destacando no cenário da música popular; de Mateus Sartori, cantor, músico e gestor cultural (foi secretário de Cultura de Mogi das Cruzes); do cantor, compositor, multi-instrumentista e produtor Filó Machado e seu neto, Felipe Machado; além dos seguintes grupos ligados ao Instituto Anelo: Mangabeira Trio, Candieiro Quarteto, Mistura de Tempero e Orquestra Anelo. As apresentações já foram gravadas.

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Além dos shows, o Transforma 2021 terá duas lives com convidadas especiais, nas quais serão debatidos temas de interesse pedagógico e também artístico. Na primeira, chamada Boomwhackers na Educação Musical, a instrumentista e educadora musical Ingrid Santos falará sobre o uso de tubos percussivos melódicos feitos de plástico (os boomwhackers do título) no ensino de música para crianças, com mediação de Audrey Caroline e Léo Pelegrin, ambos professores do Instituto.

Apresentação de Mateus Sartori. Foto: Lalá Ruiz/Divulgação

Na segunda, a advogada Silvia Venna, reconhecida por seu trabalho junto a artistas e gravadoras e que também é consultora jurídica do Anelo, vai debater o tema Música Digital & Direitos Autorais. A mediação será de Luccas Soares, coordenador geral do Instituto.

Curador do Transforma 2021, Guilherme Ribeiro avalia que a realização da segunda edição do festival consolida o evento na agenda do Instituto Anelo e também na agenda cultural da cidade de Campinas. “É um festival que teve seu início em plena pandemia. Apesar de todas as incertezas, de todas as dúvidas e cancelamentos que o setor cultural como um todo passou, o Instituto Anelo insistiu no festival, e o Transforma, ainda que com pequenas modificações e ajustes, aconteceu no ano passado”, conta Guilherme.

Vale lembrar que, em 2020, o Instituto Anelo completou 20 anos de atividade. A ideia original era realizar um festival presencial para comemorar a data, o que não foi possível devido ao isolamento social imposto pela Covid-19.

Fundador e coordenador geral do Anelo, Luccas Soares afirma que está muito feliz em poder realizar a segunda edição do Transforma. “E podendo fazer mais do que fizemos na primeira edição”, comemora. “Essa segunda edição está muito interessante. Eu, particularmente, estou muito feliz em ver a integração muito forte entre os músicos convidados com os músicos do Instituto Anelo. Todas as atrações têm esse intercâmbio, e esse é um ponto muito interessante”, completa Luccas, lembrando que, nas apresentações, os convidados especiais estarão acompanhados por artistas ligados ao Anelo.

Confira abaixo a programação e as atrações do Transforma 2021:

Dia 29/10/2021 (sexta-feira)

19h – Mangabeira Trio

Formado por Renan Augusto (guitarra), Josias Teles (contrabaixo) e Isac Lima (bateria), o Mangabeira pretende unir a identidade musical de cada integrante em prol de uma única e nova sonoridade fincada na diversidade da música brasileira.

20h – Sérgio Britto

Compositor, cantor, instrumentista e integrante da banda Titãs, parceira do Instituto Anelo desde 2018, Sérgio Britto vem desenvolvendo nos últimos anos, paralelamente ao grupo, um projeto solo com personalidade e características próprias. Trata-se, a grosso modo, de música pop com elementos da bossa nova e MPB. Na apresentação no Transforma, Sérgio Britto estará acompanhado dos músicos do Mangabeiro Trio, da cantora Júlia Toledo, que é regente dos coros do Instituto Anelo, e da trompetista Jéssica Rodrigues, integrante da Orquestra Anelo.

Dia 30/10/2021 (SÁBADO)

10h – Live: Boomwhackers na Educação Musical

Tendo como convidada especial Ingrid Santos, a live vai abordar a utilização dos boomwhackers na musicalização de crianças.

Mediação: Léo Pelegrin (professor de bateria e percussão) e Audrey Caroline (professora de Musicalização Infantil), ambos do Instituto Anelo.

14h – Live: Música Digital & Direitos Autorais

Tendo como convidada a advogada Silvia Venna, a live discute um tema importante na era digital: os direitos autorais.

Mediação: Luccas Soares, fundador e coordenador geral do Instituto Anelo

19h – Candieiro Quarteto

O Candieiro Quarteto nasceu do encontro de músicos de diferentes cidades na cena musical de Campinas (SP). Graças às afinidades de suas trajetórias individuais, Islan Santos (trompete), Filipe Lapa (bateria e percussões), Henrique Simas (contrabaixo acústico) e Nicolas Silva (saxofone) encontraram na produção artística negra, indígena e periférica o ponto fundamental de seu desenvolvimento estético.

20h – Mistura de Tempero

Formado por Eduardo Henrique (cavaquinho), Edmilson Santos (flauta, saxofone e clarinete), Renato Frederico (pandeiro) e Daniel Machado (violão de 7 cordas), o grupo Mistura de Tempero resgata a sonoridade do choro, gênero brasileiro que constitui, ao lado do samba e do maxixe, as bases da nossa música popular instrumental.

21h – Hilda Maria

Hilda Maria é cantora e compositora nascida em Santos (SP). Com formação que percorre do erudito ao popular, ao longo de 21 anos de carreira desenvolve seu trabalho nas raízes da música popular brasileira, bem evidente na variedade de ritmos de suas composições.

Dia 31/10/2021 (DOMINGO)

19h – Mateus Sartori

Músico, arquiteto urbanista, turismólogo, gestor cultural e empresário, cursou Gestão Cultural no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc e é pós-graduado em Gerente de Cidades (FAAP) e Cultura: Plano e Ação (USP).

20h – Filó Machado & Felipe Machado

Filó Machado é cantor, compositor, multi-instrumentista, arranjador e produtor. Nascido em Ribeirão Preto (SP), tem 70 anos de idade e 60 de carreira, completados em 2021. Com 13 discos gravados e uma indicação ao Grammy Latin Jazz, trabalhou com importantes nomes da música brasileira e internacional, tanto em gravações como nos palcos. Felipe Machado é cantor, compositor, instrumentista e neto de Filó Machado.

Na apresentação no Transforma, Filó e Felipe Machado estarão acompanhados dos músicos Julia Mazzotti Toledo (piano), Vinicius Corilow (saxofones), Josias Teles (baixo) e Filipe Lapa (bateria).

21h – Orquestra Anelo

Iniciada em 2018, a Orquestra Anelo é o maior grupo instrumental ligado ao Instituto Anelo. É dedicada à formação de repertório arranjado, tendo a música brasileira e o jazz americano como referências estéticas. Sua formação deriva de uma tradicional big band de jazz, com instrumentos da seção rítmica – piano, guitarra, baixo e bateria – e da seção de sopros – saxofones, trompetes e trombones. Mas, também incorpora instrumentos característicos da música brasileira tais como o acordeon, o cavaquinho, a percussão e a flauta transversal. Atualmente, conta com 22 integrantes entre professores e colaboradores do Instituto Anelo.

O Instituto Anelo

Fundado em 10 de maio de 2000, o Instituto Anelo é uma associação civil sem fins lucrativos que há 21 anos oferece aulas gratuitas de música no distrito do Campo Grande, região noroeste de Campinas.

Ao longo desses anos, já atendeu 5 mil alunos. Atualmente, trabalha com os seguintes programas: Brincando com os Sons (musicalização infantil), Instrumentos e Canto, Sanfônica (aulas de acordeon) e Prática de Banda (música em grupo).

SERVIÇO

Festival Transforma 2021

Data: De 29 a 31 de outubro

Onde: Canal do Instituto Anelo no YouTube (youtube.com/institutoanelooficial)

Grátis

Programação

29/10/2021 (SEXTA-FEIRA)

19h – Show Mangabeira Trio

20h – Show Sérgio Britto

30/10/2021 (SÁBADO)

10h – Live: Boomwhackers na Educação Musical, com Ingrid Santos

14h – Live: Música Digital & Direitos Autorais, com Silvia Venna

19h – Candieiro Quarteto

20h – Mistura de Tempero

21h – Hilda Maria

31/10/2021 (DOMINGO)

19h – Mateus Sartori

20h – Filó e Felipe Machado

21h – Orquestra Anelo

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