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O cervo que convenceu o caçador a parar de matar animais

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Com informações de GreenMe

Por mais acostumado que alguém esteja à crueldade que há no mundo, por mais natural que chegue a parecer o sofrimento de animais e seres humanos, há em cada um de nós uma inclinação, sempre presente ainda que latente e sufocada, à empatia e à compaixão.

O caso a seguir, real, por coincidência ou ironia envolve dois personagens cujos nomes lembram histórias da Disney e que, à semelhança dessas histórias, comporta preciosos ensinamentos e um final (se é que se pode falar em final) muito feliz.

Aladino Montes é um homem de 53 anos que passou metade de sua vida caçando veados, até que em 2013 um encontro mudou sua vida para sempre. A dois quilômetros de sua casa, Aladino encontrou um pequeno fulvo que estava prestes a morrer depois que a mãe partiu.

Em 2013, Aladino Montes, caçador, caminhava a dois quilômetros da sua casa quando avistou um pequeno filhotinho de cervo. Aparentemente sua mãe havia morrido e o filhotinho estava ali, a deus dará, entregue à própria sorte e tendo diante de si um futuro não muito promissor.

O coração de Aladino foi imediatamente tocado pela situação comovente em que se encontrava o filhotinho e seu espírito de caçador não pôde falar mais alto que o impeto que sentiu de ajudar o pobre animal. Aladino o levou para casa, o alimentou e o protegeu. O resultado: tornaram-se grandes amigos. Aladino, transformado por aquela experiência, não voltou mais a caçar e jura que jamais voltará.

“Fazemos longas caminhadas juntos e muitas vezes o Bambi até vem ao bar comigo. Ele gosta de ser acariciado e abraçado, uma coisa muito estranha para esses animais que tendem a desconfiar dos humanos “, explica Aladino.

Parece haver entre eles uma espécie de gratidão mútua. De certa maneira, em sentidos diversos, ambos se salvaram mutuamente.

Fonte: Revista Pazes

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