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Curitiba

Quinta parcela do Auxílio Alimentar chega a famílias que mais precisam

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Com a pandemia e a queda na procura por serviços de reforma de roupas, a costureira Rosimere Albino, 43 anos, foi obrigada a  vender sua máquina há um ano e se candidatar a uma vaga de auxliar de serviços gerais. A procura por um emprego ainda continua e a desempregada reconhece que está cada dia mais difícil manter a casa e os filhos, Ryan, 20 anos, e Jennifer, 12 anos. “Hoje, recebo apenas R$ 375 do auxílio emergencial do governo federal”, conta ela. 

Em meio a tantas dificuldades, Rosimere não perde o otimismo e agradece muito à Prefeitura por ajudá-la a reduzir os gastos com as refeições graças ao Auxílio Alimentar de Curitiba. “Se não fosse esse benefício da Prefeitura eu não sei o que faria. Desde a chegada da pandemia, tudo ficou mais difícil”, afirma. 

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Lançado pelo prefeito Rafael Greca em abril deste ano, o Auxílio Alimentar é um  benefício mensal de R$ 70 para famílias em risco social que garante compras de gêneros alimentícios e itens de higiene e limpeza nos 34 Armazéns da Família.

Para evitar aglomerações, as famílias foram divididas em cinco grupos que semanalmente devem procurar qualquer unidade em datas específicas (veja o cronograma abaixo). Em setembro, inclusive, parte dos grupos já recebeu a quinta parcela do Axílio Alimentar. Rosimere, por exemplo, fez compras próximo de casa, no Armazém da Família da Rua da Cidadania Portão/Fazendinha. 

Atualmente, 32,7 mil  famílias estão cadastradas para receber o Auxílio Alimentar de Curitiba, mas o benefício pode ser liberado para um total de 35 mil famílias. No total, serão seis parcelas mensais até o fim de outubro. 

“São mais de 350 itens à venda nos Armazéns da Família, com preços, em média, 30% mais baratos que nos supermercados”, ressalta Luiz Gusi, secretário municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (SMSAN). 

CadÚnico

Têm direito a receber o crédito famílias vulneráveis inscritas no Cadastro Único (CadÚnico) do governo federal e atendidas pelos Centros de Referência da Assistência Social (Cras) da Fundação de Ação Social (FAS).

“Identificamos e validamos as famílias elegíveis que constam nas listagens da base do CadÚnico e, a partir disto, iniciamos o trabalho de comunicá-las sobre o direito ao benefício”, lembra Fabiano Vilaruel, presidente da FAS.

O Auxílio Alimentar de Curitiba é uma iniciativa conjunta da Secretaria Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional (SMSAN), da Fundação de Ação Social (FAS) e da Secretaria Municipal de Planejamento, Finanças e Orçamento.

Dias e grupos das famílias beneficiadas com a quinta parcela do Auxílio Alimentar de Curitiba

  • Grupo 1 – a partir de 27/8
  • Grupo 2 – a partir de 3/9
  • Grupo 3 – a partir de 10/9
  • Grupo 4 – a partir de 17/9
  • Grupo 5 – a partir de 24/9

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Curitiba

Curitiba retoma segunda dose de vacinação nesta semana, além de imunizar gestantes e puérperas

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Nesta semana, cerca de 126 mil moradores de Curitiba que receberam a primeira dose da vacina anticovid são esperados nos pontos de vacinação para completar o ciclo de imunização com a segunda dose. Os locais da vacinação podem ser consultados no site ImunizaJáCuritiba.

A Secretaria Municipal da Saúde (SMS) lembra que todas as pessoas que, por alguma razão, perderam a data de aplicação da segunda dose marcada no aplicativo, podem procurar um dos pontos de vacinação para completarem o ciclo de imunização com a dose de reforço.

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Hoje, também poderão receber a primeira dose da vacina anticovid gestantes e puérperas (que tiveram bebês até 45 dias) com 12 anos ou mais e com apresentação de declaração médica.

Para receber a segunda dose da vacina, basta procurar um dos pontos de vacinação da cidade, das 8h às 17h, levar um documento de identificação com foto e CPF. Nesta segunda-feira serão 22 locais para vacinação.

Lembrando que no sábado, o Pavilhão da Cura, no Parque Barigui, foi desativado e não há mais vacinação anticovid no local.

Início

Foi no Pavilhão que a vacinação contra o novo coronavírus começou em Curitiba, em 20 de janeiro. Naquele dia, a primeira dose foi para a enfermeira da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Boa Vista Silvana Maria Bora. Em todo o período de portas abertas, o local respondeu por aproximadamente 20% de todas as doses aplicadas no município.

Na despedida, o Pavilhão acolheu para a dose de reforço idosos acima de 70 anos e com a segunda dose realizada há mais de 180 dias, além de pessoas imunossuprimidas com a segunda dose recebida há mais de 28 dias.

O encerramento das atividades no Pavilhão acontece em uma fase em que Curitiba já chamou toda a sua população acima de 18 anos para vacinação.

Mais doses

Entre o fim de semana e hoje, o Paraná deve receber mais de 876 mil doses de vacinas para a Covid. No sábado o Estado recebeu 363 mil doses. Ontem, chegariam mais 348.660 doses da Pfizer e hoje são esperados mais 164.250 da AstraZeneca, além de 450 da Janssen.

A distribuição dos imunizantes está condicionada a divulgação do Informe Técnico que irá confirmar se o lote será destinado à primeira ou segunda dose, com exceção dos da Janssen, que são dose única. Somente depois disso serão enviadas às regionais.

Paraná atinge a marca de 1,48 milhão de casos e 38.239 mortes pela Covid-19

A Secretaria de Estado da Saúde divulgou ontem mais 2.122 casos confirmados e 53 mortes em decorrência da infecção causada pelo novo coronavírus. Os números são referentes aos meses ou semanas anteriores e não representam a notificação das últimas 24 horas.

Os dados acumulados do monitoramento da Covid-19 mostram que o Paraná soma 1.484.369 casos confirmados e 38.239 mortos pela doença.

Curitiba — Curitiba divulga os números de domingo apenas hoje. No sábado, o boletim da Secretaria Municipal de Saúde trouxe 313 novos casos de covid-19 e 16 óbitos. Até aquele dia eram contabilizadas 7.418 mortes e 289.464 casos desde o início da pandemia.

Eram 5.769 casos ativos na cidade, correspondentes ao número de pessoas com potencial de transmissão do vírus, e a taxa de ocupação dos 345 leitos de UTI SUS exclusivos para Covid-19 estava em 56%.

Brasil — O boletim do Ministério da Saúde de ontem registrou mais 9.458 casos e 244 óbitos pela Covid no País. O total foi para 21.239.783 de casos e 590.752 mortes desde o início da pandemia.

Cronograma da semana para segunda dose

Segunda dose de Coronavac:

– 20 de setembro – Vacinados com a primeira em 24 de agosto;
– 21 de setembro – Vacinados com a primeira em 25 e 26 de agosto;
– 22 de setembro – Vacinados com a primeira em 27 e 28 de agosto;
– 24 de setembro – Vacinados com a primeira em 30 de agosto.

Segunda dose de AstraZeneca e de Pfizer:

– 20 de setembro – Vacinados com a primeira em 22 de junho;
– 21 de setembro – Vacinados com a primeira em 23, 24 e 25 de junho;
– 22 de setembro – Vacinados com a primeira em 26, 27, 28, 29 e 30 de junho;
– 23 de setembro – Vacinados com a primeira em 1º de julho;
– 24 de setembro – Vacinados com a primeira em 2 de julho.

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Homem é esfaqueado após desentendimento durante venda de carro em Curitiba, diz PM

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Vítima recebeu primeiros atendimentos em UPA da capital — Foto: Rodrigo Brito/RPC

Um homem foi esfaqueado após uma discussão durante a venda de um carro em Curitiba, neste domingo (19), de acordo com a Polícia Militar (PM). Ele recebeu atendimento depois da filha de quatro anos, que estava com a vítima, pedir ajuda a uma moradora.

A criança foi abandonada em uma rua após o crime, no bairro Tatuquara, segundo a PM.

De acordo com a mulher que ajudou a criança, ela chegou até o local chorando e dizendo que o pai havia sido esfaqueado. A menina então passou o nome da mãe para que pedissem ajuda.

“Ela estava desesperada, chorava o tempo todo pedindo para eu levar ela para casa, para ligar para a mãe”, contou.

Os moradores acionaram a PM e entraram em contato com a família da criança. A menina foi levada pelos policiais para a mãe.

Ainda de acordo com a polícia, o homem recebeu atendimento em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Curitiba e depois foi encaminhado a um hospital da cidade.

Procurada, a Polícia Civil afirmou que apura o caso.

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Curitiba

Pandemia transforma luto e ‘despedidas’ em Curitiba, que ganha novo memorial

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A pandemia do novo coronavírus, você já sabe, provocou mudanças profundas na rotina das pessoas. O uso de máscara e a necessidade de distanciamento social são, provavelmente, as faces mais evidentes dessas mudanças, mas estão longe de ser as únicas. No setor funerário, por exemplo, o processo de luto passou por uma transformação profunda, com as despedidas póstumas ganhando novos rituais, que envolvem até transmissões online para familiares e amigos distantes.

Em Curitiba, um prédio erguido na Avenida Kennedy, com cerca de 2 mil metros quadrados, pode ser considerado uma espécie de símbolo de algumas dessas transformações, ao menos das que vieram para ficar no que se tem chamado de ‘novo normal’. Construído para atender diferentes formas de homenagem, o Memorial Luto Curitiba começou a ser estudado anos atrás, em 2017, e demandou cerca de R$ 8 milhões de investimento até ficar pronto. Com previsão de começar a funcionar no final deste mês, o espaço conta com cerca de 2 mil metros quadrados, que se distribuem em hall de entrada, cinco salas de velório com jardins privativos, estacionamento coberto com manobrista e área gourmet.

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Segundo Luís Henrique Kuminek, diretor da Luto Curitiba, a crise sanitária acabou ocasionando a realização de velórios mais curtos (com cerca de quatro horas de duração, caso a pessoa não tenha sido vítima da Covid-19, que aí é ainda mais rápida a despedida), sepultamentos mais rápidos (geralmente no mesmo dia do velório) e também com a participação de menos pessoas nessas despedidas, para evitar aglomerações.

Algumas dessas mudanças acabaram virando tendência, como a participação das pessoas à distância. Outras, como as despedidas mais curtas, devem ser alteradas na medida em que a sociedade possa volta a algo mais próximo do que se poderia chamar de normalidade.

“Temos hoje uma tendência de despedidas cada vez mais rápidas, sem a presença das pessoas, e isso não é saudável para o psicológico das pessoas. Queremos usar essa estrutura, que tem bastante conforto, infraestrutura, para devolver para as pessoas essa rotina”, diz Kuminek. “Essa coisa da participação das pessoas à distância, por outro lado, é algo que veio para ficar. Pessoas que não podem comparecer, podem enviar homenagem, acender vela virtual, mandar coroa de flores virtual… São tendências de digitalização, de virtualização. É algo que veio para ficar”, emenda.

Mais conforto e possibilidade até de customização

Outro diferencial do Memorial Luto Curitiba e que segue uma tendência no mundo é a possibilidade de personalização das cerimônias, o que vem no sentido de dar um significado individual para as despedidas. Hoje, por exemplo, é comum a exibição de vídeos nos velórios ou o uso de bandeiras do time do coração para expressar a saudade em forma de homenagem. Enquanto algumas famílias são mais reservadas, outras gostam de confraternizar, contar histórias.

“Não podemos mais impor um modelo de cerimônia, mas facilitar que cada um se manifeste conforme suas preferências e crenças”, descata Kuminek, contando que o Memorial oferece um sistema de vídeo wall com wi-fi nas salas de velório para transmissões ao vivo das cerimônias. “Empresas têm auditórios fixos, telão, show de luzes, pirotecnia, e a cerimônia é um pacote que é vendido, tudo definido pela empresa. Queremos entregar algo mais personalizado, dentro da vontade da família, para que a cerimônia tenha um significado mais pessoal. Não temos um auditório pronto, fixo. Todos os móveis podemos colocar, tirar, mudar de lugar”, destaca.

Pandemia prejudicou o processo do luto

No que diz respeito às despedidas, o cenário mais grave e preocupante em meio à pandemia diz respeito justamente à situação de pessoas acometidas pela doença pandêmica. Nessas situação, não há velório, mas apenas uma despedidas de aproximadamente 20 minutos no cemitério, instantes antes do sepultamento. Há um cenário, portanto, no qual as pessoas se vão, mas seus familiares não conseguem se despedir, de fato.

“Como efeito, o que tivemos foi uma aceleração desse processo de luto que eu acho que vai aumentar muito a incidência do que os psicólogos chamam de luto não processado, tem uma espécie de arrependimento por não se despedir direito do seu ente querido, passar por aquele momento, fazer sua oração, sua despedida”, afirma Luís Henrique Kuminek. “O luto é um processo em que a pessoa vai aceitando isso, aquilo vai se tornando parte da vida dela até ela conseguir dar sequência na vida. Isso é um processo, leva determinado tempo para acontecer, e quando impede que as pessoas façam a despedida, as orações, se encontrem para conversar sobre esse acontecimento, vejam o falecido no caixão, isso vai dificultando esse processo de elaboração do luto.”

“O velório de amanhã, acho que cabe a nós como profissionais não deixar que essa normalidade de agora seja permanente, que não é a coisa mais saudável.
Passa tão rápido, quatro horas é muito pouco tempo [para se despedir de um ente querido]. Não dá nem pra pessoa entender o que está acontecendo. Temos a expectativa de, na medida em que a pandemia vá terminando e a vacinação avance, que a gente possa voltar ao normal, se reunir, participar.
Esperamos que essa questão da duração [dos velórios] volte ao normal e aí tem inúmeras possibilidades, desde coisas mais tecnológicas com vídeo e música, ou uma cerimônia mais pessoal, só com os familiares”

Luís Henrique Kuminek, diretor da Luto Curitiba

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