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Curitiba

Jardins de Mel são destaque em programa de TV do Japão

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Uma equipe da TV Tokyo está em Curitiba, nesta sexta-feira (14/1) e sábado (15/1), para produzir uma reportagem sobre o Jardins de Mel. O projeto da Prefeitura será destaque do programa Bee World (Mundo das Abelhas), exibido semanalmente no Japão.

Experiência curitibana de preservação de abelhas nativas sem ferrão, o Jardins de Mel busca orientar a população de que este inseto é fundamental para a biodiversidade e para a produção de alimentos no mundo.

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Parque Barigui, Jardim Botânico, Passeio Público e Fazenda Urbana do Cajuru, que já receberam as charmosas caixinhas com abelhas, são os locais escolhidos para as filmagens.

O programa sobre o Jardins de Mel será exibido pela TV Tokyo em fevereiro de 2022.

O Jardins de Mel foi lançado pelo prefeito Rafael Greca, em 2017, e despertou o interesse da TV japonesa pelos diversos benefícios para o meio ambiente. “Normalmente, nosso programa foca em agricultura e produção de mel, mas o viés educacional e ecológico, de preservação das abelhas, dos Jardins de Mel é muito interessante”, afirmou o diretor do programa Bee World, Atsushi Umeda.

Imagens e entrevista estão sendo gravadas pela diretora Clarice Kimoto, da produtora paulistana contratada pela emissora internacional. Foi ela quem procurou a Prefeitura de Curitiba para conhecer o Jardins de Mel. “Eu pesquisei sobre o tema das abelhas pelo Brasil e quando encontrei esse projeto logo enviei para ser aprovado pelo diretor”, contou ela.

Trabalho conjunto

Um dos idealizadores do Jardins de Mel, o diretor da Secretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (SMSAN), Felipe Thiago de Jesus, foi entrevistado pela equipe do Bee World e destacou o trabalho conjunto das secretarias municipais de Meio Ambiente, Segurança Alimentar e Educação.  

“Os Jardins de Mel têm o objetivo de impulsionar a polinização das matas nativas, uma vez que as abelhas sociais sem ferrão garantem a continuidade de espécies vegetais em 90% dos biomas brasileiros. Além disso, no caso das hortas, aprimoram a qualidade do cultivo de alimentos. A polinização das abelhas garante um fruto saudável e uma semente fértil”, justificou Jesus.

Alunos da rede municipal de educação também aprendem sobre a importância da polinização das abelhas através do programa Linhas do Conhecimento. “Quando eu vejo uma criança entendendo a importância das abelhas para o meio ambiente, eu digo que o projeto é um sucesso”, observou Jesus.

Além disso, há cursos de meliponicultura gratuitos na Fazenda Urbana e no Museu de História Natural. Nos cursos são abordados temas como história, ciclo das abelhas, importância ecológica da preservação e como manejar corretamente as abelhas, mas principalmente, a importância de construir um caminho de pólen.

Onde conhecer

Até o momento, segundo o diretor da SMSAN, são mais de 150 colônias de abelhas sociais nativas sem ferrão instaladas pela Prefeitura de Curitiba. Dentre as 300 espécies de abelhas sociais nativas do Brasil, cinco foram escolhidas para otimizar a polinização da mata local da capital – Jataí, Mirim, Manduri, Mandaçaia e Guaraipo.

As caixas podem ser visitadas pelo público no Museu de História Natural Capão da Imbuia, no Zoológico Municipal de Curitiba, no Passeio Público, no Parque Barigui, no Bosque Reinhard Maack, e no Jardim Botânico, além de hortas comunitárias e escolas da Rede Municipal de Ensino. São mais de 50 espaços de Curitiba com as caixinhas.

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Curitiba

Muralha Digital avança com câmeras no Cemitério Água Verde

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Depois do São Francisco de Paula, o Cemitério Municipal Água Verde é o segundo a receber um novo sistema de videomonitoramento. As câmeras fazem parte do avanço do projeto da Muralha Digital, que consiste na instalação de câmeras em pontos estratégicos da cidade e contribui para a repressão de crimes diversos.

“Nos cemitérios, as câmeras contribuem para inibir e reprimir, principalmente, casos de furto, vandalismo e depredação”, salienta o secretário municipal de Defesa Social e Trânsito, Péricles de Matos.

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Além do videomonitoramento, a Guarda Municipal mantém efetivo 24 horas por dia em patrulhamento pelo Cemitério Água Verde, junto com rondas periódicas desenvolvidas com viaturas no entorno.

As secretarias de Defesa Social e Trânsito e de Administração, Gestão de Pessoal e Tecnologia da Informação (Smap) fazem, de forma compartilhada, a gestão da Muralha Digital, projeto que contribui para que Curitiba se consolide como cidade inteligente na área de videomonitoramento e segurança.

Projeto em expansão

Nas Ruas da Cidadania, no Setor Histórico, em praças, nas escolas, na Rodoviária e nas principais ruas da cidade elas estão lá. São os olhos virtuais voltados à segurança, melhoria no trânsito e acompanhamento em tempo real de situações emergenciais, aliados ao trabalho apurado e incansável dos profissionais que trabalham 24 horas por dia, em todos os dias da semana.

Ao longo de 2021, o projeto da Muralha Digital ganhou forma. Com foco na repressão de situações de vandalismo, depredações, furtos, roubos e outros crimes, o sistema de videomonitoramento da administração municipal está sob os olhos atentos de guardas municipais responsáveis pelo monitoramento no Centro de Operações da corporação, de onde são despachadas viaturas e equipes para averiguações e abordagens.

“O videomonitoramento possibilita a geração de informações estratégicas síncronas para um processo de tomada de decisão mais ágil”, afirma o secretário da Defesa Social.

Desta forma, o trabalho da Guarda Municipal é otimizado, ganha eficiência e agilidade, com acionamento das equipes em patrulhamento nas ruas pelo Centro de Operações da GM, que é o coração da Muralha Digital e atende aos pedidos de emergência da população pelo telefone 153.

Integração com radares e botões do pânico

Já são cerca de 460 câmeras instaladas, com funcionalidades diversas – parte delas são panorâmicas e térmicas. Há, também, integração com equipamentos de fiscalização eletrônica de trânsito e câmeras com reconhecimento de placas de veículos (OCR). Os botões do pânico disponibilizados a mulheres com medida protetiva concedida pelo Poder Judiciário também estão interligados à Muralha Digital. 

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Curitiba

Por que as ruas têm velocidades diferentes?

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O crescimento urbano, a existência de comércios, de hospitais e de estabelecimentos de ensino, a convivência de veículos com pedestres e ciclistas, a tipologia e a geometria da via integram uma vasta gama de características e fatores levados em consideração para definir a regulamentação do limite de velocidade.

Cada rua, avenida, travessa ou alameda tem a velocidade máxima determinada a partir de critérios técnicos embasados em legislação federal. E mesmo em uma determinada via, a velocidade pode mudar conforme o trecho percorrido. Por que isso acontece? Confira abaixo perguntas e respostas da Superintendência de Trânsito (Setran) sobre o assunto. 

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Por que Curitiba não adota um limite único de velocidade?

Os diferentes tipos de velocidade não são especialidade de Curitiba – são replicados nas mais diversas cidades. Mesmo nas estradas há trechos em que a velocidade é reduzida. Isso porque todas as vias precisam se basear nas definições do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para definir seus respectivos planos de crescimento, planos diretores e de mobilidade.

Mesmo com a velocidade máxima definida para uma via, trechos com unidades de ensino e grandes polos geradores de tráfego (como igrejas, hospitais ou comércios) terão velocidade reduzida. Isso porque o trânsito é feito por diferentes atores, como pedestres que precisam fazer a travessia (incluindo idosos e cadeirantes) e ciclistas – não só por veículos. 

Como se define a velocidade máxima?

Essa análise é de responsabilidade de um grupo de servidores altamente capacitados, com formação e especialização na área de mobilidade urbana. Eles se orientam especificamente pelos artigos 60 e 61 do CTB, que tratam dos diferentes tipos de vias existentes. A prioridade é na segurança viária, de forma a proporcionar mais tranquilidade para todos que compartilham o trânsito.

O CTB divide as vias conforme a área, urbana ou rural. Conheça os tipos de via no ambiente urbano e as velocidades recomendadas:

Via de trânsito rápido
Caracterizada por acessos especiais com trânsito livre, sem interseções em nível, sem acessibilidade direta aos lotes lindeiros e sem travessia de pedestres em nível. Recebe trânsito mais intenso e podem ter características rodoviárias. É um tipo de via que não existe em Curitiba. As conhecidas como “vias rápidas” têm a denominação formal de vias arteriais.

Via arterial (de 50 a 70 km/h)
Caracterizada por interseções em nível, geralmente controlada por semáforo, com acessibilidade aos lotes lindeiros e às vias secundárias e locais, possibilitando o trânsito entre as regiões da cidade. Além daquelas que são conhecidas como vias rápidas (Centro-Santa Cândida, Centro-Portão e outras), é o caso de ruas como a Mateus Leme, a Nilo Peçanha e a Anita Garibaldi, além das avenidas Marechal Mascarenhas de Moraes e Comendador Franco e da Linha Verde.

Via coletora (40 km/h)
Destinada a coletar e distribuir o trânsito que tenha necessidade de entrar ou sair das vias de trânsito rápido ou arteriais, possibilitando o trânsito dentro das regiões da cidade. São exemplos na cidade as vias Curupaitis, Alagoas, da Trindade e Treze de Maio.

Via local (30 km/h)
Caracterizada por interseções em nível não semaforizadas, destinada apenas ao acesso local ou a áreas restritas, como a Travessa João Prosdócimo e as ruas Ivo Leão, Padre Camargo e Floriano Essenfelder. Atende principalmente as regiões residenciais.

Como saber a que velocidade trafegar?

O condutor deve prestar atenção na sinalização de trânsito, com as placas de regulamentação de velocidade. Em Curitiba, esse trabalho recebe revitalização periódica, inclusive com reforço na sinalização horizontal, que é a pintura no pavimento. 

E atenção: de acordo com o CTB, é responsabilidade do condutor manter velocidade compatível com a via, mesmo que não haja placas. Ele deve entender às características baseadas no critério da fluidez e da sua segurança, buscando uma velocidade moderada para garantir a segurança viária para todos que compartilham a via pública. 

É responsabilidade do motorista dirigir com prudência durante todo o seu trajeto – e não somente onde há fiscalização eletrônica.

Para que reduzir o limite de velocidade nas principais vias da cidade, de 60 km/h para 50 km/h?

O projeto, que iniciou em 2020, está sendo ampliado para algumas das vias mais conhecidas e utilizadas pelos curitibanos. A mudança possui embasamentos técnicos de engenharia da via, como geometria, demanda de tráfego e análise da acidentalidade. Estudos diversos do setor comprovam que a velocidade média e a fluidez no trânsito melhoram com vias urbanas em velocidades regulamentadas em 40 km/h e em 50 km/h.

Ações reconhecidas mundialmente e aderidas por Curitiba, como o Programa Vida no Trânsito (PVT), chancelado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), e o Visão Zero recomendam a adoção da redução de velocidade nas vias urbanas, de forma a eliminar ou reduzir as consequências de um acidente.

Curitiba participa do PVT desde 2011 e com intervenções de engenharia, educação e fiscalização de trânsito conseguiu reduzir em 41,62% as mortes no trânsito.

Iniciado na Suécia e incorporado por diversas cidades ao redor do mundo, o Visão Zero no Trânsito propõe intensificar intervenções na infraestrutura viária, ações de educação e de fiscalização de trânsito, de forma a minimizar consequências do erro humano.

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Curitiba

Boqueirão distribui mudas e coleta lixo eletroeletrônico na quinta

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Além de buscar mudas de árvores nativas pelo Desafio 100 Mil Árvores para Curitiba, quem for à Rua da Cidadania da Regional Boqueirão, no terminal do Carmo, também vai poder descartar resíduos eletroeletrônicos, na quinta-feira (27/1), já no período da manhã. 

A Regional Boqueirão vem fazendo o recolhimento desse tipo de material desde o final do ano passado, colaborando com a destinação correta dos itens que têm componentes que podem contaminar o meio ambiente. 

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Podem ser levados equipamentos como ar-condicionado, micro-ondas, TVs, torradeiras, batedeiras, aspiradores, ventiladores, mixers, secadores, calculadoras, câmeras digitais, rádios, computadores, tablets, notebooks, celulares, impressoras, monitores, carregadores de celular e afins.

O material coletado é enviado às associações do Ecocidadão e, posteriormente, à Central de Logística Reversa de Eletroeletrônicos, na Rua João Bettega, implantada após a assinatura de um termo de cooperação do município com a Associação Brasileira de Reciclagem de Eletroeletrônicos e Eletrodomésticos (ABREE).

Outros locais

Equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos fora de uso podem ser entregues, ainda, à coleta seletiva ou levados a um dos ecopontos que a cidade oferece em diferentes bairros. Os mutirões mensais de recolhimento nos parques, que recomeçariam em fevereiro, estão temporariamente suspensos em função do agravamento da pandemia da covid-19.

 

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