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Presidente da Anvisa defende exigência de certificado para evitar turismo antivacina no Brasil

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O diretor-presidente da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Antonio Barra Torres, cobrou nesta sexta-feira (26) que o governo passe a exigir o certificado de vacinação contra a Covid para a entrada no Brasil.

Foto: Agência Brasil

A medida, que desagrada o presidente Jair Bolsonaro, evita que o país se torne atrativo para o turismo antivacina, disse Barra em entrevista à Folha de S.Paulo.

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“Para evitar que no período de inverno do hemisfério norte, onde pessoas normalmente viajam de férias, e temos ainda a questão do dólar e do euro extremamente valorizados, que não venhamos a ter um turismo antivacina aqui no Brasil”, disse Barra.

A Anvisa propôs ao governo, no último dia 12, a adoção do passaporte vacinal para quem cruza a fronteira do Brasil por terra ou para dispensar uma quarentena de cinco dias após voos internacionais.

Desde dezembro de 2020, o governo cobra a apresentação do teste RT-PCR com resultado negativo, mas não exige quarentena, apesar de a Anvisa sugerir essa medida há meses.

A ideia da Anvisa é evitar que o aumento de casos da Covid-19 registrado na Europa, entre outros locais, também ocorra no Brasil.

A agência também sugeriu nesta sexta-feira barrar viajantes de África do Sul, Botsuana, Suazilândia (Eswatini), Lesoto, Namíbia e Zimbábue para evitar que se espalhe no Brasil uma nova variante da Covid-19 potencialmente mais transmissível, a B.1.1.529.

Barra disse que a agência não sabe de casos suspeitos no Brasil da nova variante.

Os ministérios da Casa Civil, Justiça, Saúde e Infraestrutura vão decidir se acatam ou não as sugestões da Anvisa de controle sanitário de fronteiras. A agência apenas emite opinião.

“Eu não tive ainda o conhecimento da posição do ministro Marcelo Queiroga (Saúde), mas com certeza ele é o interlocutor de grande peso”, disse Barra.

Barra e Bolsonaro conversaram sobre o passaporte vacinal nesta semana. O mandatário apresentou preocupações sobre o impacto na economia, segundo o chefe da Anvisa.

“O presidente sempre enfatiza a independência do trabalho da agência. Depois com apoiadores enfatizou mais uma vez a independência do trabalho da agência. E esperamos que nas próximas horas tenhamos um posicionamento que, na verdade, não é dele, é de seus ministros acatando as notas técnicas que enviamos”, disse Barra.

O presidente da Anvisa disse que o ideal é que as sugestões sejam acatadas no menor tempo possível, ainda que a lei não obrigue nem fixe prazo para isso. “Para nós, já consolidamos aquilo que entendemos ser necessário. Quanto menos tempo levar para ser implementado, no nosso entendimento, é melhor.”

O ministro da Justiça, Anderson Torres, já usou um argumento negacionista para dizer que é contra cobrar a vacinação de quem chega ao Brasil. “Não precisa. Ela não impede a transmissão da doença”, disse ele na quinta-feira (25), na primeira declaração pública de um ministro sobre o pedido da agência.

Barra minimizou a fala de Torres. “Tem uma parte que é correta, quando diz que a vacina não impede [a transmissão], ela só não é completa. Porque, de fato, vacina nenhuma impede 100% nada, nem mesmo aquela que o senhor ministro tomou quando era criança. Mas há uma proteção percentual considerada significativa.”

Na leitura de integrantes da Anvisa, o governo deve aceitar as restrições de entrada de viajantes que passaram pelos seis países com registros da nova variante. Já o “passaporte vacinal” é tema delicado.

Torres acrescenta que as medidas de barrar voos de países da África e exigir o passaporte vacinal não irão necessariamente barrar o vírus, mas amenizar o problema.

“Temos que nos preparar o quanto antes e fortalecer, fechar. Não é fechar o Brasil. A Anvisa, ao contrário, não está propondo manter fronteira fechada, está propondo que se abra com o regramento. A pessoa comprova que está vacinada, se não comprovar pode ser interpelada e deportada. Não estamos propondo fechar, estamos propondo aumentar a segurança”, avaliou.
Nesta sexta, Bolsonaro descartou fechar aeroportos. Para ele, seria ineficaz impedir a chegada de voos internacionais e repetiu que é preciso conviver com a Covid.

“Você não vai vedar [a entrada do vírus], rapaz. Que loucura é essa? Quer dizer, fechou o aertoporto, o vírus não entra? O vírus já está aqui dentro”, disse.

A nota técnica da Anvisa propõe que a vacina seja aplicada 14 dias antes do embarque ao Brasil em voo internacional ou de a pessoa cruzar a fronteira terrestre. A agência argumenta que segue orientação de países como os Estados Unidos, Canadá, Chile, entre outros.

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Empresários bolsonaristas homenageiam Olavo de Carvalho nas redes sociais

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Empresários bolsonaristas foram às redes sociais nesta terça-feira (25) homenagear Olavo de Carvalho, que morreu na noite desta segunda (24), aos 74 anos.

Luciano Hang publicou fotografia em que aparece abraçado ao escritor. “Com muita tristeza recebi a notícia da perda desse grande brasileiro, o filósofo Olavo de Carvalho. Homem admirável, à frente do seu tempo e que fez muito pelo país. Tive a felicidade de visitá-lo na sua casa, na Virgínia, nos Estados Unidos, e presenciar seu conhecimento sobre o Brasil e o mundo”, escreveu o dono da Havan.

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Junior Durski, dono das redes de restaurante Madero e Jeronimo Burger, comentou a publicação de Hang: “Grande perda para nosso amado Brasil”, escreveu.

Reprodução

Em sua homenagem, Otávio Fakhoury, também apoiador de Bolsonaro, diz que Olavo não morreu de Covid e criticou os ataques sofridos pelo escritor nas redes sociais. “Aos haters que estão tripudiando em cima do luto de uma família e amigos: por aqui vocês estão sendo sumariamente bloqueados. E não são poucos! Que Deus tenha misericórdia de suas almas perdidas. Parem de politizar e tripudiar a passagem do professor”, escreveu.

Nas redes sociais, internautas resgataram declarações em que o guru bolsonarista criticava as máscaras, o isolamento social e dizia que o vírus era “historinha de terror para acovardar a população”.

A causa da morte não foi informada pela família, mas a filha de Olavo, Heloísa de Carvalho, rompida com o pai e detratora do presidente Bolsonaro, afirmou que o escritor morreu em decorrência da Covid-19. Ele recebeu o diagnóstico da doença no dia 15 de janeiro.​

Gabriel Kanner, também alinhado ao governo Bolsonaro e presidente do grupo de empresários Brasil 200, publicou mensagem no Twitter. “Que coisa triste acordar com a notícia do falecimento do Olavo. Por essa eu não esperava. Que Deus conforte a família e o receba de braços abertos. Obrigado por tudo, professor. Descanse em paz”.

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Doce cachorro pit bull foi abandonado amarrado a uma árvore com um bilhete no parque

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Um fofo cachorro pit bull ganhou uma segunda chance, depois que seus tutores decidiram desistir dela. Um homem, Eric Maus (28), a encontrou, amarrada a uma árvore no meio de um parque, com um bilhete ao seu lado.

Eric estava passeando com dois cães que ele estava cuidando, quando notou Mamas – um pit bull de 7 anos, acorrentado a uma árvore. A princípio, Eric procurou os tutores do cão, mas não havia sinal de ninguém. Quando chegou mais perto, se surpreendeu ao ver um bilhete pendurado na árvore. O cão era tão amigável e doce quanto grande, e Eric imediatamente se aproximou dela.

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“Eu estava passeando Gouda e Lily pelo parque, quando vi este pit bull enorme e gorducho amarrado à árvore”, explicou Eric. “Olhei em volta e gritei para ela: ‘Ei, onde está seu dono?’ Ela estava sendo tão doce e tão gentil. Ela estava ali deitada, com a língua de fora, tão fofa”.

Foto: Eric Maus via THE DODO

No bilhete que encontrou ao lado do cachorro, Eric descobriu que seu nome era Mamas e ela tinha 7 anos de idade. “Leve-me para casa. Eu sou um cão incrível. Não deixe que meu tamanho te assuste. Eu sou um doce”, escreveram no pedaço de papel. Foi quando Eric percebeu que era o caso de um cachorro abandonado e tinha que fazer algo. Mas não tinha ideia de onde começar. No entanto, ele estava decidido a ajudar Mamas.

Foto: Eric Maus via THE DODO

Uma nova chance

Inspirado, Eric pegou algumas fotos do cachorro e as compartilhou com seus vizinhos em um grupo do Facebook. Felizmente, em poucos minutos, uma delas correu para ajudar. Assim, levaram Mamas para Sean Casey Animal Rescue – um abrigo animal.

Embora desidratada, Mamas parecia muito feliz quando chegou ao centro de resgate. Ela se sentia em boas mãos e, o mais importante, estava aliviada por estar fora daquele parque. “[Ela] é um amor total, com grandes olhos marrons”, contou Eric, que ajudará a pet a encontrar uma casa incrível como ela.

Foto: Eric Maus via THE DODO

Essa não é a primeira vez que um animal é abandonado assim. Contamos outras histórias como essa, aqui e aqui.

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Com informações de Majestic Animals.

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Coleta de dados do Censo 2022 começa no dia 1º de agosto, diz IBGE

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A coleta dos dados do Censo Demográfico 2022 terá início no dia 1º de agosto, dois meses após o prazo previsto anteriormente pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). A informação foi confirmada pelo órgão nesta terça-feira (25).

Conforme o IBGE, a data originalmente prevista era 1º de junho, mas precisou ser alterada devido à mudança da banca responsável pelo concurso que pretende contratar mais de 200 mil trabalhadores temporários para as operações do Censo.

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“Com o orçamento do Censo Demográfico 2022 aprovado e sancionado na íntegra em R$ 2.292.957.087,00, o IBGE informa que a coleta da pesquisa terá início no dia 1º de agosto”, disse o instituto.

“Antes prevista para 1º de junho, a data da coleta precisou ser ajustada em decorrência da troca, em novembro de 2021, da banca responsável pela organização do Processo Seletivo Simplificado para contratação de 183.021 recenseadores e 23.870 agentes censitários”, completou.

Concurso para vagas do IBGE

O prazo de inscrições para o concurso, que passou a ser organizado pela FGV (Fundação Getulio Vargas), terminou na sexta-feira (21), com cerca de 1,1 milhão de inscritos.

A lista definitiva dos participantes será confirmada após 16 de fevereiro. Esse é o último dia para o pagamento da taxa de inscrição no processo seletivo.

O Censo é considerado o levantamento mais detalhado sobre as características demográficas e socioeconômicas do país. As informações apuradas servem como base para políticas públicas e podem influenciar até decisões de investimento de empresas em determinadas regiões.

As 206.891 vagas de trabalho temporário são divididas da seguinte forma: 183.021 para recenseadores, 18.420 para a função de ACS (agente censitário supervisor) e 5.450 para a tarefa de ACM (agente censitário municipal).

Das cerca de 1,1 milhão de inscrições feitas, 588,5 mil foram para as vagas de recenseador, e 513,5 mil, para as oportunidades de agente censitário (ACS e ACM).

O que é o Censo?

O Censo costuma ocorrer de dez em dez anos. A nova edição estava prevista para 2020, mas foi adiada por causa da pandemia de coronavírus.

Em 2021, a falta de verba orçamentária por parte do governo federal impediu a realização da contagem da população.

Os valores para a pesquisa em 2022 foram liberados após o STF (Supremo Tribunal Federal) ser acionado.

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