Com informações de G1

Apesar da absoluta falta de responsabilidade e empatia dos seus primeiros donos, a história deste cãozinho e de sua nova família é, certamente, uma belíssima história!

Jögan, nome que o cãozinho recebeu, havia sido adotado em Florianópolis com cerca de 45 dias de vida por meio da Diretoria de Bem-Estar Animal (Dibea) mas, pouco mais de um mês após a adoção, depois que os donos perceberem que o bichinho não escutava, resolveram devolvê-lo.

Devolução levada a cabo, a Dibea resolveu publicizar por meio de uma rede social a situação do cãozinho e, alguns meses depois, João Gabriel Duarte Ferreira, doutorando em Estudos da Tradução na Universidade Federal de Santa Cataria (UFSC), tomando conhecimento da história, resolveu adotá-lo! Decisão, aliás, tomada justamente em razão da surdez do cãozinho. João Gabriel é surdo assim como Jögan.

“Estamos felizes com ele. E temos muita empatia nele, por causa da identidade surda. Ele está feliz, porque temos nossas estratégias de adaptação para casa. Para nós, surdos, com os nossos costumes. Como apagar e ligar luz toda vez pra chamar o Jögan como fazemos conosco”, contou João ao site de notícias G1.

João Gabriel já contava com a companhia de Gabi, uma cadelinha, mas queria adotar um animalzinho surdo. Jögan e Gabi se deram bem, felizmente, e o cãozinho tem aprendido rapidamente a se comunicar com seus novos donos, conforme relata João Gabriel: “Já sabe sabe alguns sinais de Libras [Língua Brasileira de Sinais] e desde quinta aprendeu os sinais de passear, pedir pra sair, esperar”.

Fonte: Revista Pazes

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