(foto: Diogo Cavalcante/Diário de Pernambuco )(foto: Diogo Cavalcante/Diário de Pernambuco )

Seis horas depois de chegar à Delegacia de Santo Amaro para prestar depoimento sobre a morte de Miguel Otávio, 5 anos, a primeira dama de Tamandaré, Sarí Côrte Real, ainda não deixou a seccional. Do lado de fora, há protesto de familiares da criança e populares que pedem por justiça.

Essa é a segunda vez que a suspeita vai à delegacia para prestar depoimento. Na primeira vez, no dia da tragédia, permaneceu em silêncio por orientação do advogado. Agentes da CTTU em duas motos chegaram ao local para dar apoia na hora da saída da suspeita do prédio.

Mirtes Renata, mãe de Miguel, acompanhou o procedimento do lado de fora da delegacia, mas, em determinado momento, entrou para tentar falar com a ex-empregadora. Ela também questionou a antecipação do horário do depoimento em duas horas, ou seja, a partir das 6h. Havia um protesto programado no local para as 10h desta segunda-feira (29/6) porque esperava-se que a ouvida da suspeita acontecesse a partir das 8h.

Do lado de fora, manifestantes acusaram a mulher de “assassina” ao longo de todo depoimento. Familiares da criança também sentaram na frente do carro usado pela primeira dama para chegar à delegacia.

A morte de Miguel

Sarí é suspeita de homicídio culposo porque no dia da queda da criança, do nono andar do Edifício Píer Maurício de Nassau, no bairro de São José, área central do Recife, ela estava com a guarda provisória da vítima. A mãe de Miguel, Mirtes Renata, caminhava com os cães de Sarí, para quem trabalhava como empregada doméstica.

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